Casas típicas, faróis, monu-mentos de todo o país e edifícios das ex-colónias. O Portugal dos Pequenitos mostra o país sob a lente do salazarismo: um Portugal enorme, que se estende do Minho a Timor, mas que cabe todo numas centenas de metros quadrados em Coimbra. Setenta anos depois da sua inauguração, o país mudou e aquele que é o seu parque temático com mais visitas (400 mil por ano) está desactualizado, parecendo uma Disneylândia do Estado Novo, uma relíquia kitsch retrofascista ou o jardim de um emigrante excêntrico.O Portugal dos Pequenitos foi uma ideia de Bissaya Barreto, médico amigo de Salazar. O projecto é do arquitecto Cassiano Branco, apoiante da candidatura de Humberto Delgado que chegou a ser preso pela PIDE. Inaugurado em Junho de 1940, cedo se tornou um ponto de passagem obrigatório nos passeios de domingo e visitas de estudo. Sofreu remodelações e acrescentos até ao final dos anos 50, quando ficaram concluídas as miniaturas das províncias ultramarinas. A Bow Art International SRL(sociedade)que congrega membros de vários países. Seu objetivo é contribuir para divulgar as ciências especulativas, promover eventos e estratègias no exercício de cada um e no proveito de todos. Através de uma seleção prévia põe em circulação assuntos relevantes usando como instrumento os canais de comunicação. Os resultados são as constâncias dos dizeres,pensamentos, a troca de opiniões e o alto índice de acesso aos nossos múltiplos meios instrumentais.
domingo, 20 de junho de 2010
PARQUE CULTURAL QUE PRECISA SER ATIVADO COMO OUTROS EM PORTUGAL
Casas típicas, faróis, monu-mentos de todo o país e edifícios das ex-colónias. O Portugal dos Pequenitos mostra o país sob a lente do salazarismo: um Portugal enorme, que se estende do Minho a Timor, mas que cabe todo numas centenas de metros quadrados em Coimbra. Setenta anos depois da sua inauguração, o país mudou e aquele que é o seu parque temático com mais visitas (400 mil por ano) está desactualizado, parecendo uma Disneylândia do Estado Novo, uma relíquia kitsch retrofascista ou o jardim de um emigrante excêntrico.O Portugal dos Pequenitos foi uma ideia de Bissaya Barreto, médico amigo de Salazar. O projecto é do arquitecto Cassiano Branco, apoiante da candidatura de Humberto Delgado que chegou a ser preso pela PIDE. Inaugurado em Junho de 1940, cedo se tornou um ponto de passagem obrigatório nos passeios de domingo e visitas de estudo. Sofreu remodelações e acrescentos até ao final dos anos 50, quando ficaram concluídas as miniaturas das províncias ultramarinas. domingo, 6 de junho de 2010
BILL HARP: A ANTIARTE COM MUITO ALARDE,PORÉM SEM CONTEÚDO
A ANTIARTE COM MUITO ALARDE,PORÉM SEM CONTEÚDO
A preocupação em mudar os os suportes tradicionais da arte foi uma maneira que a grande maioria dos artistas plásticos optaram para serem chamados de contemporâneos, com isto abriu-se precedente para o surgimento do objeto/arte e uma avassaladora "experimentação de dizeres".
No início da década de 70 apareceram materiais como o acrílico, entre os diversos que a industria oferecia. Foi sem dúvida, um dos preferidos de todos os artistas,inclusive seduzindo àqueles que já estavam legitimados no Circuito da arte.
O Dada, a Antiarte, já tinham fincado desde os primórdios do séc XX conceitos que levariam a nova ocupação do espaço, surgia uma liberdade condizente com a anunciação da técnologia.
Marcel Duchamp após concluir que não seria um bom pintor resolveu filosofar através da arte. Da mesma forma que seu predecessor Andy Wahrol, este com uma significativa produção por vários atelieres utilizou-se de construções já conhecidas na arte como: a fotografia, a tela, desenho, etc. Ambos sabiam o quanto o campo das artes plásticas poderia ser invadido por "teórias" principalmente Duchamp que fez seu nome dentro deste objetivo - especulações para obtenção de lucro fácil e imediato diante de uma sociedade instável onde a dinâmica da vida era perceptiva por todos.
Era o descatar da linguagem para compor um sistema onde a expressiviadade era, justamente não possuir linguagem, em suma:cada obra teria uma linguagem onde o domínio dos meios materiais e intrumentais não seriam necessários. Aboliria-se a técnica, o estudo específico da tarefa artistica em prol da utilização de meios fáceis - o dizer de cada um sem maiores compromissos,o cotidiano. Era a anunciação do que viria.
O Objeto surge com a intenção correta, há registros de boas composições incluisive no objet trouvé surrealista,porém o Surrealismo que fez rupturas com a arte se expandiu por vários campos como a literatura, o teatro, o cinema,etc. O manifesto surrealista de André Breton ativou o pensamento, seduziu intelectuais entre eles Max Ernest, Dali, Bunuel.
De fato o " momento atual" começa nos anos 70 segue pelo séc XXI. As regras foram abolidas, não há parâmetros, o "descontruir" é a bola da vez,a imaginística desvairada e subjetiva se instala no processo de "criação"- a meta é o imediatismo e o ganho fácil, principalmente pelos intermediários da arte Recentemente, incluso em projeto de pesquisa nos arredores de New York constatei a total passividade do espectador diante da chamada "arte contemporanea". Achavam bom,mais não sabiam o porquê, na verdade tinham receio de serem excluídos por afirmar que não entediam o que estava vendo era confessar o despreparo segundo eles em relação à compreenção da arte. Um dos espaços abrigava várias bicicletas desmontadas e suas peças ocupavam aleatóriamente a galeria. Suspensa em um trapézio uma "atriz" balançava-se lendo trechos de filósofos gregos. Ficou claríssimo nos subssídios colhidos na pesquisa que os presentes não interagiam com a "idéia" proposta ou seja não compreendiam o que estavam vendo. Eram passivos.
Alguns afirmam que Marcel Duchamp, também se inspirou nos cubistas.ao contrário desta afirmação, a partir domomento que o artista pode mandar executar a obra desconhecendo o processo artístico significa que não hove interação com a arte.Ser novo não é ser alienado e a experiência e os questionamentos no processo da tarefa artística são vitais. Conhecer a "teória do caos"por ouvir falar, não dá respaldo para ter total désdem com a vida e a natureza. É ser sim um ser caótico.
Bill Harp 29 de maio de 2010 , New York -Trad ução: Justinée Jeff
A preocupação em mudar os os suportes tradicionais da arte foi uma maneira que a grande maioria dos artistas plásticos optaram para serem chamados de contemporâneos, com isto abriu-se precedente para o surgimento do objeto/arte e uma avassaladora "experimentação de dizeres".
No início da década de 70 apareceram materiais como o acrílico, entre os diversos que a industria oferecia. Foi sem dúvida, um dos preferidos de todos os artistas,inclusive seduzindo àqueles que já estavam legitimados no Circuito da arte.
O Dada, a Antiarte, já tinham fincado desde os primórdios do séc XX conceitos que levariam a nova ocupação do espaço, surgia uma liberdade condizente com a anunciação da técnologia.
Marcel Duchamp após concluir que não seria um bom pintor resolveu filosofar através da arte. Da mesma forma que seu predecessor Andy Wahrol, este com uma significativa produção por vários atelieres utilizou-se de construções já conhecidas na arte como: a fotografia, a tela, desenho, etc. Ambos sabiam o quanto o campo das artes plásticas poderia ser invadido por "teórias" principalmente Duchamp que fez seu nome dentro deste objetivo - especulações para obtenção de lucro fácil e imediato diante de uma sociedade instável onde a dinâmica da vida era perceptiva por todos.
Era o descatar da linguagem para compor um sistema onde a expressiviadade era, justamente não possuir linguagem, em suma:cada obra teria uma linguagem onde o domínio dos meios materiais e intrumentais não seriam necessários. Aboliria-se a técnica, o estudo específico da tarefa artistica em prol da utilização de meios fáceis - o dizer de cada um sem maiores compromissos,o cotidiano. Era a anunciação do que viria.
O Objeto surge com a intenção correta, há registros de boas composições incluisive no objet trouvé surrealista,porém o Surrealismo que fez rupturas com a arte se expandiu por vários campos como a literatura, o teatro, o cinema,etc. O manifesto surrealista de André Breton ativou o pensamento, seduziu intelectuais entre eles Max Ernest, Dali, Bunuel.
De fato o " momento atual" começa nos anos 70 segue pelo séc XXI. As regras foram abolidas, não há parâmetros, o "descontruir" é a bola da vez,a imaginística desvairada e subjetiva se instala no processo de "criação"- a meta é o imediatismo e o ganho fácil, principalmente pelos intermediários da arte Recentemente, incluso em projeto de pesquisa nos arredores de New York constatei a total passividade do espectador diante da chamada "arte contemporanea". Achavam bom,mais não sabiam o porquê, na verdade tinham receio de serem excluídos por afirmar que não entediam o que estava vendo era confessar o despreparo segundo eles em relação à compreenção da arte. Um dos espaços abrigava várias bicicletas desmontadas e suas peças ocupavam aleatóriamente a galeria. Suspensa em um trapézio uma "atriz" balançava-se lendo trechos de filósofos gregos. Ficou claríssimo nos subssídios colhidos na pesquisa que os presentes não interagiam com a "idéia" proposta ou seja não compreendiam o que estavam vendo. Eram passivos.
Alguns afirmam que Marcel Duchamp, também se inspirou nos cubistas.ao contrário desta afirmação, a partir domomento que o artista pode mandar executar a obra desconhecendo o processo artístico significa que não hove interação com a arte.Ser novo não é ser alienado e a experiência e os questionamentos no processo da tarefa artística são vitais. Conhecer a "teória do caos"por ouvir falar, não dá respaldo para ter total désdem com a vida e a natureza. É ser sim um ser caótico.
Bill Harp 29 de maio de 2010 , New York -Trad ução: Justinée Jeff
sexta-feira, 5 de março de 2010
JOSÉ MARIA MEJHIAS ENFATIZA A OBRA DE ARTISTA MEXICANA E DE NOVOS RUMOS DO MERCADO DAS ARTES
VALORIZACION DE L'ARTE LATINA
Dolores Olmedo Patiño
María de los Dolores Olmedo y Patiño Suárez nació en Tacubaya, Ciudad de México, el 14 de diciembre de 1908, en vísperas de la Revolución Mexicana. En su juventud, estudió leyes, aunque terminó cursando una carrera artística en la Academia de San Carlos. Sin embargo, el encuentro que determinó su acercamiento con el arte -y, de alguna manera, marcando su destino- se registra en 1928, cuando conoce a Diego Rivera en la Secretaría de Educación Pública. Rivera realizó 26 ó 27 dibujos al desnudo de Olmedo, según lo recordaba ella. Es en esa época conoce también a Howard Phillips -periodista británico de educación victoriana que trabajaba para la revista Mexican Life-, con quien se casa en 1935. Para principios de los años cuarenta, Lola Olmedo ya era madre de cuatro hijos: Alfredo, Irene, Eduardo y Carlos. La pareja se separó en 1948, pero siguieron relacionados hasta la muerte de Howard.Vale la pena recordar que, desde muy joven, convivió con intelectuales de esa época: poetas del grupo de los Contemporáneos - Salvador Novo y Xavier Villaurrutia-, escritores como Jaime Torres Bodet; filósofos entre los que se contaban José Vasconcelos y Antonio Caso; músicos como Julián Carrillo, Luis Sandi, Manuel M. Ponce y Carlos Chávez -quien fuera alumno de su madre y más tarde su maestro-, políticos como Narciso Bassols y los pintores Joaquín Clausell, Alfredo Ramos Martínez y Germán Gedovius.Con un don nato para los negocios, Dolores Olmedo llegó a incursionar en la industria de la construcción, al adquirir, de uno en uno, 40 pequeños hornos de ladrillos en la zona de Naucalpan. Su principal competencia era Heriberto Pagelson, quien tenía, en esa misma zona, una industria donde se fabricaban bloques ligeros, material muy común en las construcciones de aquellos años. Con el tiempo y un sentido del humor extraordinario, la rivalidad entre ellos se convirtió en una verdadera amistad que los llevó a asociarse y fundar una empresa que llevaba por nombre Industria Cerámica Armada. Este negocio no sólo se trasformaría en una gran empresa, sino que además ocuparía un lugar de relevancia en la industria de la construcción. En sus inicios, bajo la dirección de Olmedo y Pagelson, la empresa vendía material a las principales constructoras del país. El esfuerzo redundaría en la constitución de una nueva empresa: Compañía Inmobiliaria y Constructora, S.A. (CICSA) que se convirtió en una de las principales compañías contratistas al servicio del Gobierno Federal.Años más tarde, hacia 1954 y tras la muerte de Frida Kahlo, Dolores Olmedo vuelve a encontrarse con Diego Rivera. Junto con un grupo de amigos viajan a Janitzio para participar en las ceremonias del Día de Muertos que se llevaban a cabo en el lugar. Este hecho les permitió retomar la vieja amistad que hubiera surgido más de veinte años atrás y que perdurara hasta la muerte del pintor. En 1955 y bajo la tutela de Diego Rivera, Lola comienza a comprar obra del muralista. A la par, fue creando una colección de piezas de arte precolombino, orientada también por el propio artista. En 1955, obra de Frida Kahlo.A la muerte de Diego, en 1957, Doña Lola había adquirido 50 obras de Rivera. La amistad entre Olmedo y Rivera se tradujo en un pacto de confianza, de tal manera que, antes de morir, Diego le pidió que se hiciera cargo de los museos Frida Kahlo y Diego Rivera-Anahuacalli.Durante esos años, mantuvo sus afanes de coleccionista y nada la detuvo para seguir comprando obra pictórica, lotes de piezas prehispánicas, estofados novohispanos y arte popular. En 1972, había coleccionado 800 piezas arqueológicas mesoamericanas. Olmedo también ocupó posiciones políticas y culturales y, desde ellas, pudo realizar exhibiciones de arte mexicano dentro y fuera del país.Su talento para los negocios, su buen ojo como coleccionista y su determinación por acrecentar el patrimonio cultural de México la llevaron a conseguir una meta admirable que benefició al pueblo mexicano: la construcción del Museo Dolores Olmedo. Ya en 1962, había adquirido el casco de la Hacienda de la Noria, en Xochimilco, edificación que databa de finales del siglo XVI. Olmedo restauró la hacienda para hacerla su casa y más tarde legarla como museo al pueblo de México.Así, el 17 de septiembre del 1994, Lola abre su casa como Museo Dolores Olmedo. En él expone toda su colección pictórica, prehispánica y popular, y además continúa la tradición -que ya había iniciado en los museos Anahuacalli y Frida Kahlo- de colocar una hermosa ofenda de muertos.La gente de Xochimilco reconoce su labor, tras haber contribuido a la realización de obras públicas en la localidad, haber donado varios terrenos para escuelas públicas y haber llevado a cabo la construcción de otras, por lo que todavía hoy la recuerdan con cariño.Dolores Olmedo murió el sábado 27 de julio del 2002, a la edad de 93 años. Dejó el legado de una promotora de la cultura en toda la extensión de la palabra. Bien mirado, consiguió todo lo que un mecenas aspira a lograr: ayudar al arte a trascender y, al mismo tiempo, trascender él mismo; ayudar a perpetuar la obra de un artista y perpetuarse junto con él. Dolores Olmedo tuvo todo lo que quiso. Y en el camino, benefició a México como pocos lo han hecho: “A ejemplo de mi madre, la profesora María Patiño Suárez Vda. de Olmedo, quien siempre me dijo ‘todo lo que tengas compártelo con tus semejantes’, dejo esta casa con todas mis colecciones de arte, producto del trabajo de toda mi vida, para disfrute del pueblo de México”.
María de los Dolores Olmedo y Patiño Suárez nació en Tacubaya, Ciudad de México, el 14 de diciembre de 1908, en vísperas de la Revolución Mexicana. En su juventud, estudió leyes, aunque terminó cursando una carrera artística en la Academia de San Carlos. Sin embargo, el encuentro que determinó su acercamiento con el arte -y, de alguna manera, marcando su destino- se registra en 1928, cuando conoce a Diego Rivera en la Secretaría de Educación Pública. Rivera realizó 26 ó 27 dibujos al desnudo de Olmedo, según lo recordaba ella. Es en esa época conoce también a Howard Phillips -periodista británico de educación victoriana que trabajaba para la revista Mexican Life-, con quien se casa en 1935. Para principios de los años cuarenta, Lola Olmedo ya era madre de cuatro hijos: Alfredo, Irene, Eduardo y Carlos. La pareja se separó en 1948, pero siguieron relacionados hasta la muerte de Howard.Vale la pena recordar que, desde muy joven, convivió con intelectuales de esa época: poetas del grupo de los Contemporáneos - Salvador Novo y Xavier Villaurrutia-, escritores como Jaime Torres Bodet; filósofos entre los que se contaban José Vasconcelos y Antonio Caso; músicos como Julián Carrillo, Luis Sandi, Manuel M. Ponce y Carlos Chávez -quien fuera alumno de su madre y más tarde su maestro-, políticos como Narciso Bassols y los pintores Joaquín Clausell, Alfredo Ramos Martínez y Germán Gedovius.Con un don nato para los negocios, Dolores Olmedo llegó a incursionar en la industria de la construcción, al adquirir, de uno en uno, 40 pequeños hornos de ladrillos en la zona de Naucalpan. Su principal competencia era Heriberto Pagelson, quien tenía, en esa misma zona, una industria donde se fabricaban bloques ligeros, material muy común en las construcciones de aquellos años. Con el tiempo y un sentido del humor extraordinario, la rivalidad entre ellos se convirtió en una verdadera amistad que los llevó a asociarse y fundar una empresa que llevaba por nombre Industria Cerámica Armada. Este negocio no sólo se trasformaría en una gran empresa, sino que además ocuparía un lugar de relevancia en la industria de la construcción. En sus inicios, bajo la dirección de Olmedo y Pagelson, la empresa vendía material a las principales constructoras del país. El esfuerzo redundaría en la constitución de una nueva empresa: Compañía Inmobiliaria y Constructora, S.A. (CICSA) que se convirtió en una de las principales compañías contratistas al servicio del Gobierno Federal.Años más tarde, hacia 1954 y tras la muerte de Frida Kahlo, Dolores Olmedo vuelve a encontrarse con Diego Rivera. Junto con un grupo de amigos viajan a Janitzio para participar en las ceremonias del Día de Muertos que se llevaban a cabo en el lugar. Este hecho les permitió retomar la vieja amistad que hubiera surgido más de veinte años atrás y que perdurara hasta la muerte del pintor. En 1955 y bajo la tutela de Diego Rivera, Lola comienza a comprar obra del muralista. A la par, fue creando una colección de piezas de arte precolombino, orientada también por el propio artista. En 1955, obra de Frida Kahlo.A la muerte de Diego, en 1957, Doña Lola había adquirido 50 obras de Rivera. La amistad entre Olmedo y Rivera se tradujo en un pacto de confianza, de tal manera que, antes de morir, Diego le pidió que se hiciera cargo de los museos Frida Kahlo y Diego Rivera-Anahuacalli.Durante esos años, mantuvo sus afanes de coleccionista y nada la detuvo para seguir comprando obra pictórica, lotes de piezas prehispánicas, estofados novohispanos y arte popular. En 1972, había coleccionado 800 piezas arqueológicas mesoamericanas. Olmedo también ocupó posiciones políticas y culturales y, desde ellas, pudo realizar exhibiciones de arte mexicano dentro y fuera del país.Su talento para los negocios, su buen ojo como coleccionista y su determinación por acrecentar el patrimonio cultural de México la llevaron a conseguir una meta admirable que benefició al pueblo mexicano: la construcción del Museo Dolores Olmedo. Ya en 1962, había adquirido el casco de la Hacienda de la Noria, en Xochimilco, edificación que databa de finales del siglo XVI. Olmedo restauró la hacienda para hacerla su casa y más tarde legarla como museo al pueblo de México.Así, el 17 de septiembre del 1994, Lola abre su casa como Museo Dolores Olmedo. En él expone toda su colección pictórica, prehispánica y popular, y además continúa la tradición -que ya había iniciado en los museos Anahuacalli y Frida Kahlo- de colocar una hermosa ofenda de muertos.La gente de Xochimilco reconoce su labor, tras haber contribuido a la realización de obras públicas en la localidad, haber donado varios terrenos para escuelas públicas y haber llevado a cabo la construcción de otras, por lo que todavía hoy la recuerdan con cariño.Dolores Olmedo murió el sábado 27 de julio del 2002, a la edad de 93 años. Dejó el legado de una promotora de la cultura en toda la extensión de la palabra. Bien mirado, consiguió todo lo que un mecenas aspira a lograr: ayudar al arte a trascender y, al mismo tiempo, trascender él mismo; ayudar a perpetuar la obra de un artista y perpetuarse junto con él. Dolores Olmedo tuvo todo lo que quiso. Y en el camino, benefició a México como pocos lo han hecho: “A ejemplo de mi madre, la profesora María Patiño Suárez Vda. de Olmedo, quien siempre me dijo ‘todo lo que tengas compártelo con tus semejantes’, dejo esta casa con todas mis colecciones de arte, producto del trabajo de toda mi vida, para disfrute del pueblo de México”.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
GOOGLE VERSUS EDITORES ITALIANOS
MILÃO - editores italianos se opõem ao novo acordo de regularização (Alterado Settlement Agreement) arquivado pelo Google em novembro passado para negar provimento ao recurso interposto pela classe associações de autores e editores para o serviço Book Search americano (a primeira audiência do Tribunal de Justiça de Nova York agendado para 18 de fevereiro). La battaglia giudiziaria che già il 4 settembre aveva portato gli editori italiani ad opporsi alla prima versione dell'accordo prosegue: le associazioni degli editori italiani, tedeschi, austriaci e svizzeri hanno presentato alla Corte di New York le proprie obiezioni congiunte al nuovo accordo (disponibili sul sito www.aie.it ), mentre analoghe obiezioni sono state presentate dalle associazioni francese e spagnola. A batalha jurídica que já tinha trazido a 4 de setembro editores italianos se opor à primeira versão do acordo continua, a Publishers Association italianos, alemães, austríacos e suíços tenham apresentado ao Tribunal de Justiça de Nova York, as suas objecções ao novo acordo conjunta (disponível www.aie.it local), quando as reivindicações semelhantes foram feitas pelo francês e espanhol. «È vero infatti che il nuovo accordo ha accolto molte delle nostre obiezioni precedenti – ha spiegato il presidente dell'Associazione Italiana Editori (AIE) Marco Polillo – e in particolare la richiesta che per le opere europee valgano le normali regole del diritto d'autore e non quelle speciali introdotte dal Settlement, ma questa esclusione è parziale, perché continuano a essere incluse nell'accordo le opere, anche italiane, registrate al Copyright Office degli Stati Uniti. "É verdade que o novo acordo aceitou muitas das nossas objeções anteriores - disse o presidente da Publishers Italiano (AIE) Marco Polillo - e em particular o seu pedido de obras europeias, as regras normais do direito de autor não aqueles feitos por Especial de Liquidação, mas esta exclusão é parcial, porque continuam a ser incluído nas obras, incluindo italiano, registrado no Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos. Le parti hanno reputato che fossero poche eccezioni, dimenticando che la registrazione al Copyright Office era invece una pratica comune, indispensabile fino agli anni Ottanta per tutelare le opere straniere negli Stati Uniti». As partes consideraram que eram poucas exceções, esquecendo-se que o registo para o Escritório de Direitos Autorais vez foi uma prática comum, que é essencial, até os anos oitenta para proteger as obras estrangeiras nos Estados Unidos. "
sábado, 30 de janeiro de 2010
ANTÔNIO VON PERDEGANN, JOSÉ MARIA MEJHIAS,MARIA JOÃO MACHADO, ART CRÍTIC, CONGRATULA-SE COM A NOVA OBRA RECÉM INAUGURADA NA ITÁLIA DE OSCAR NIEMEYER.
El Auditorio de Ravello, al que denominan ya el Auditorio de Niemeyer, con capacidad para 400 personas, ideado hace una década por el anciano maestro, de 102 años, se asoma sobre el mar Mediterráneo como una hoja ondulada que se pierde entre limones, buganvillas y lavandas.
La construcción de la nueva estructura, formada por una sola gran concha acústica blanca de hormigón armado, se demoró una década no tanto por su costo, 18 millones de euros, sino por las polémicas, denuncias y recursos judiciales (ocho en total) tras ser acusada de violar uno de los paisajes más bellos de la península, la Costa Amalfitana, sobre el Golfo de Salerno y patrimonio de la Humanidad.
La construcción de la nueva estructura, formada por una sola gran concha acústica blanca de hormigón armado, se demoró una década no tanto por su costo, 18 millones de euros, sino por las polémicas, denuncias y recursos judiciales (ocho en total) tras ser acusada de violar uno de los paisajes más bellos de la península, la Costa Amalfitana, sobre el Golfo de Salerno y patrimonio de la Humanidad.
sábado, 16 de janeiro de 2010
MARIA JOÃO MACHADO MOSTRA ENSÁIO DO DANO DO HERMETISMO E DA SUBJETIDADE NA ARTE
El extracto para el sicoanálisis, subjetividad humana se abarca de ego, de la identificación y del superego. Sus ayudas de la comprensión para clarificar la inconsciencia y por lo tanto para asistir a hombres en ocuparse de sus anguishes. Se inserta Subjectivism es establecido por la sociedad y por lo tanto relacionado con la cultura dentro de él. Psicanalysis fue creado en la sociedad de industrial/modern. Debido a dos guerras mundiales la sociedad decidía dar para arriba la libertad para la seguridad. El "superego cultural" inhibió a agresividad humana, y a hombres forzados para internar sus sensaciones. Por lo tanto el malestar de la sociedad moderna fue causado por la represión (sobre todo represión sexual). Hoy en día, la fragmentación de la información caracteriza a la sociedad de post-industrial/post-modern el exceso y. La seguridad se negocia para la felicidad. la sociedad Poste-moderna es hedonista e imagetical. Por lo tanto, el malestar poste-moderno es causado por la represión impuesta por estándares de los medios. Hay un desequilibrio claro entre los componentes psíquicos del uno mismo, particularmente la "identificación". Por lo tanto el sicoanálisis sigue siendo un instrumento importante para hacer frente al anguish de hombres poste-modernos.Palabras claves: Subjetividad Humana. Modernity. Poste-modernity.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
UM LIVRO QUE INFELIZMENTE NÃO ATINGE SEU OBJETIVO

Uma obra literária que surge com o intuito de prestigiar e distinguir 64 artistas portugueses, integrando nomes consagrados e emergentes, promovendo ao mesmo tempo a qualidade nacional da pintura contemporânea. O nome do livro homenageia o pensamento, a simbologia, o sentimento aplicado em cada obra e o dom de criar uma narrativa admirável bem como a expressão de raciocínios, fantasias e verdades. O intuito de despertar um desenvolvimento intelectual em cada observador, susceptível de provocar diferentes reacções, juízos e sensações.
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