A Bow Art International SRL(sociedade)que congrega membros de vários países. Seu objetivo é contribuir para divulgar as ciências especulativas, promover eventos e estratègias no exercício de cada um e no proveito de todos. Através de uma seleção prévia põe em circulação assuntos relevantes usando como instrumento os canais de comunicação. Os resultados são as constâncias dos dizeres,pensamentos, a troca de opiniões e o alto índice de acesso aos nossos múltiplos meios instrumentais.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
GOOGLE VERSUS EDITORES ITALIANOS
MILÃO - editores italianos se opõem ao novo acordo de regularização (Alterado Settlement Agreement) arquivado pelo Google em novembro passado para negar provimento ao recurso interposto pela classe associações de autores e editores para o serviço Book Search americano (a primeira audiência do Tribunal de Justiça de Nova York agendado para 18 de fevereiro). La battaglia giudiziaria che già il 4 settembre aveva portato gli editori italiani ad opporsi alla prima versione dell'accordo prosegue: le associazioni degli editori italiani, tedeschi, austriaci e svizzeri hanno presentato alla Corte di New York le proprie obiezioni congiunte al nuovo accordo (disponibili sul sito www.aie.it ), mentre analoghe obiezioni sono state presentate dalle associazioni francese e spagnola. A batalha jurídica que já tinha trazido a 4 de setembro editores italianos se opor à primeira versão do acordo continua, a Publishers Association italianos, alemães, austríacos e suíços tenham apresentado ao Tribunal de Justiça de Nova York, as suas objecções ao novo acordo conjunta (disponível www.aie.it local), quando as reivindicações semelhantes foram feitas pelo francês e espanhol. «È vero infatti che il nuovo accordo ha accolto molte delle nostre obiezioni precedenti – ha spiegato il presidente dell'Associazione Italiana Editori (AIE) Marco Polillo – e in particolare la richiesta che per le opere europee valgano le normali regole del diritto d'autore e non quelle speciali introdotte dal Settlement, ma questa esclusione è parziale, perché continuano a essere incluse nell'accordo le opere, anche italiane, registrate al Copyright Office degli Stati Uniti. "É verdade que o novo acordo aceitou muitas das nossas objeções anteriores - disse o presidente da Publishers Italiano (AIE) Marco Polillo - e em particular o seu pedido de obras europeias, as regras normais do direito de autor não aqueles feitos por Especial de Liquidação, mas esta exclusão é parcial, porque continuam a ser incluído nas obras, incluindo italiano, registrado no Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos. Le parti hanno reputato che fossero poche eccezioni, dimenticando che la registrazione al Copyright Office era invece una pratica comune, indispensabile fino agli anni Ottanta per tutelare le opere straniere negli Stati Uniti». As partes consideraram que eram poucas exceções, esquecendo-se que o registo para o Escritório de Direitos Autorais vez foi uma prática comum, que é essencial, até os anos oitenta para proteger as obras estrangeiras nos Estados Unidos. "
sábado, 30 de janeiro de 2010
ANTÔNIO VON PERDEGANN, JOSÉ MARIA MEJHIAS,MARIA JOÃO MACHADO, ART CRÍTIC, CONGRATULA-SE COM A NOVA OBRA RECÉM INAUGURADA NA ITÁLIA DE OSCAR NIEMEYER.
El Auditorio de Ravello, al que denominan ya el Auditorio de Niemeyer, con capacidad para 400 personas, ideado hace una década por el anciano maestro, de 102 años, se asoma sobre el mar Mediterráneo como una hoja ondulada que se pierde entre limones, buganvillas y lavandas.
La construcción de la nueva estructura, formada por una sola gran concha acústica blanca de hormigón armado, se demoró una década no tanto por su costo, 18 millones de euros, sino por las polémicas, denuncias y recursos judiciales (ocho en total) tras ser acusada de violar uno de los paisajes más bellos de la península, la Costa Amalfitana, sobre el Golfo de Salerno y patrimonio de la Humanidad.
La construcción de la nueva estructura, formada por una sola gran concha acústica blanca de hormigón armado, se demoró una década no tanto por su costo, 18 millones de euros, sino por las polémicas, denuncias y recursos judiciales (ocho en total) tras ser acusada de violar uno de los paisajes más bellos de la península, la Costa Amalfitana, sobre el Golfo de Salerno y patrimonio de la Humanidad.
sábado, 16 de janeiro de 2010
MARIA JOÃO MACHADO MOSTRA ENSÁIO DO DANO DO HERMETISMO E DA SUBJETIDADE NA ARTE
El extracto para el sicoanálisis, subjetividad humana se abarca de ego, de la identificación y del superego. Sus ayudas de la comprensión para clarificar la inconsciencia y por lo tanto para asistir a hombres en ocuparse de sus anguishes. Se inserta Subjectivism es establecido por la sociedad y por lo tanto relacionado con la cultura dentro de él. Psicanalysis fue creado en la sociedad de industrial/modern. Debido a dos guerras mundiales la sociedad decidía dar para arriba la libertad para la seguridad. El "superego cultural" inhibió a agresividad humana, y a hombres forzados para internar sus sensaciones. Por lo tanto el malestar de la sociedad moderna fue causado por la represión (sobre todo represión sexual). Hoy en día, la fragmentación de la información caracteriza a la sociedad de post-industrial/post-modern el exceso y. La seguridad se negocia para la felicidad. la sociedad Poste-moderna es hedonista e imagetical. Por lo tanto, el malestar poste-moderno es causado por la represión impuesta por estándares de los medios. Hay un desequilibrio claro entre los componentes psíquicos del uno mismo, particularmente la "identificación". Por lo tanto el sicoanálisis sigue siendo un instrumento importante para hacer frente al anguish de hombres poste-modernos.Palabras claves: Subjetividad Humana. Modernity. Poste-modernity.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
UM LIVRO QUE INFELIZMENTE NÃO ATINGE SEU OBJETIVO

Uma obra literária que surge com o intuito de prestigiar e distinguir 64 artistas portugueses, integrando nomes consagrados e emergentes, promovendo ao mesmo tempo a qualidade nacional da pintura contemporânea. O nome do livro homenageia o pensamento, a simbologia, o sentimento aplicado em cada obra e o dom de criar uma narrativa admirável bem como a expressão de raciocínios, fantasias e verdades. O intuito de despertar um desenvolvimento intelectual em cada observador, susceptível de provocar diferentes reacções, juízos e sensações.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
ORIGEM - DEFINIÇÃO - ARTE PRÉ-COLOMBIANA
Consideram-se arte pré-colombiana as manifestações artísticas dos povos nativos da América espanhola antes da chegada de Cristóvão Colombo, em 1492. Tudo o que resta das grandes civilizações do período anterior à colonização do continente americano pelos europeus é sua "arte". Neste caso "arte" compreende objetos com funções definidas, em geral mágica ou religiosa, e também artigos simplesmente belos, criados para decoração. Fazem parte do universo artístico dessas civilizações tanto os templos e casas quanto as esculturas, relevos, pinturas, utensílios domésticos, objetos ornamentais, amuletos e tecidos. De autoria desconhecida, as obras são realizadas por artífices, cuja tarefa é transpor para os materiais (pedra, barro, metal etc.) padrões de representação predeterminados pelas crenças ou ciências de cada povo. Entre os estudiosos, a identificação, a interpretação e a comparação dos sistemas de representação dos povos ameríndios servem para classificá-los e decifrar um pouco de sua cultura como um todo.
Descobertas arqueológicas indicam que o homem está presente na América há pelo menos 20 mil anos. Contudo, são três as principais civilizações ameríndias conhecidas. A mais antiga, maia, surge na península de Yucatán, na América Central, por volta de 2.600 a.C., e ocupa a região mesoamericana. Quando os espanhóis iniciam a colonização da América, esse povo já se encontra em declínio. Bem mais recente, o império asteca inicia-se em 1376 e vai até 1521, quando Tenochtitlán, a capital do império, é conquistada e destruída pelos espanhóis, que sobre ela edificam a atual Cidade do México. A terceira maior civilização pré-colombiana, a inca, se desenvolve nos Andes, na América do Sul, nas regiões atuais do Peru, Bolívia, Equador, expandindo-se a partes da Colômbia, Chile e Argentina. Nota-se que esses três povos coexistem ou são precedidos e influenciados por culturas importantes, como aimará, chavín, mixteca, moche, nasca, olmeca, tolteca, teotihuacán, zapoteca e outras.
Descobertas arqueológicas indicam que o homem está presente na América há pelo menos 20 mil anos. Contudo, são três as principais civilizações ameríndias conhecidas. A mais antiga, maia, surge na península de Yucatán, na América Central, por volta de 2.600 a.C., e ocupa a região mesoamericana. Quando os espanhóis iniciam a colonização da América, esse povo já se encontra em declínio. Bem mais recente, o império asteca inicia-se em 1376 e vai até 1521, quando Tenochtitlán, a capital do império, é conquistada e destruída pelos espanhóis, que sobre ela edificam a atual Cidade do México. A terceira maior civilização pré-colombiana, a inca, se desenvolve nos Andes, na América do Sul, nas regiões atuais do Peru, Bolívia, Equador, expandindo-se a partes da Colômbia, Chile e Argentina. Nota-se que esses três povos coexistem ou são precedidos e influenciados por culturas importantes, como aimará, chavín, mixteca, moche, nasca, olmeca, tolteca, teotihuacán, zapoteca e outras.
A CRÍTICA MARIA JOÃO MACHADO E SEUS ENSÁIOS DE ARTE
O ESQUECIMENTO CONSENTIDO
Nada mais producente que o facto de estar atento às avaliações dos pareceres da crítica especializada nos diverso sectores da arte,através deles podemos ter um perfil do artista e saber se ele está integrado ao mercado de arte,se existe uma continuidade.Para tal é preciso estar sempre presente no circuito da arte.
A obra é o núcleo que sedimentará todos os chamamentos para que o público saiba diferenciar e, ao mesmo tempo, apreciar a produção artística.Muitos queixam-se da indiferença e do abandono por parte do circuito da arte da sua produção a ser vista e analisada.
A questão é que na maioria das vezes,o artista,nem os responsáveis sejam eles quem quer que sejam, não estiveram atentos a produzir suportes e estabelecer contactos certos.As oportunidades existem e não podem ser desperdiçadas,pois a concorrência é grande.
Tenho visto acervos de bons artistas se perderem por total incompetência dos próprios artistas,da família ou daqueles que herdaram a incumbência de prezar e divulgar a produção do artista.Geralmente, não querem investir no legado e ficam aguardando que um "mecenas" caia de céu.Criar possibilidades é um dom que exige coragem e inteligência.
A super valorização da obra ,o discurso utópico que a obra por si se estabelecerá aliado ao laissez faire, pulveriza de vez as futuras pretensões a serem atingidas.A busca de um profissional é importantíssimo, gerenciadores podem ser contratados e irão por em pratica a missão de atingir objectivos desejados.
Nos últimos anos tenho visto vários artistas serem esquecidos porque ele ou os seus responsáveis substimaram o circuito da arte - é fácil.
As instituiçções são criadas como incentivo de perpetuar um segmento da arte,porém não basta e nem é a única solução para focalizar o artista,ele estará presente mediante projectos e objectivos a serem cumpridos,sem os quais tudo estará perdido.
São comuns o apaziguamento de atitudes e com isso surge o tempo implacável para implantar de vez o esquecimento.
Nada mais producente que o facto de estar atento às avaliações dos pareceres da crítica especializada nos diverso sectores da arte,através deles podemos ter um perfil do artista e saber se ele está integrado ao mercado de arte,se existe uma continuidade.Para tal é preciso estar sempre presente no circuito da arte.
A obra é o núcleo que sedimentará todos os chamamentos para que o público saiba diferenciar e, ao mesmo tempo, apreciar a produção artística.Muitos queixam-se da indiferença e do abandono por parte do circuito da arte da sua produção a ser vista e analisada.
A questão é que na maioria das vezes,o artista,nem os responsáveis sejam eles quem quer que sejam, não estiveram atentos a produzir suportes e estabelecer contactos certos.As oportunidades existem e não podem ser desperdiçadas,pois a concorrência é grande.
Tenho visto acervos de bons artistas se perderem por total incompetência dos próprios artistas,da família ou daqueles que herdaram a incumbência de prezar e divulgar a produção do artista.Geralmente, não querem investir no legado e ficam aguardando que um "mecenas" caia de céu.Criar possibilidades é um dom que exige coragem e inteligência.
A super valorização da obra ,o discurso utópico que a obra por si se estabelecerá aliado ao laissez faire, pulveriza de vez as futuras pretensões a serem atingidas.A busca de um profissional é importantíssimo, gerenciadores podem ser contratados e irão por em pratica a missão de atingir objectivos desejados.
Nos últimos anos tenho visto vários artistas serem esquecidos porque ele ou os seus responsáveis substimaram o circuito da arte - é fácil.
As instituiçções são criadas como incentivo de perpetuar um segmento da arte,porém não basta e nem é a única solução para focalizar o artista,ele estará presente mediante projectos e objectivos a serem cumpridos,sem os quais tudo estará perdido.
São comuns o apaziguamento de atitudes e com isso surge o tempo implacável para implantar de vez o esquecimento.
domingo, 8 de novembro de 2009
UN PROPHÈTE
O filme "Um profeta", de Jacques Audiard, lidera com seis nomeações a edição deste ano dos prémios da Academia de Cinema Europeu, cujos candidatos foram hoje anunciados em Sevilha, Espanha.
"Um Profeta" está nomeado, por exemplo, para melhor filme europeu, realização, argumento e actor principal (Tahar Rahim).
Filme sobre o crime nas prisões, e o jogo de forças e poder entre os reclusos, "Um profeta" venceu o grande prémio do Júri do Festival de Cannes e é o candidato de França a uma nomeação para o Óscar de melhor filme estrangeiro
"Um Profeta" está nomeado, por exemplo, para melhor filme europeu, realização, argumento e actor principal (Tahar Rahim).
Filme sobre o crime nas prisões, e o jogo de forças e poder entre os reclusos, "Um profeta" venceu o grande prémio do Júri do Festival de Cannes e é o candidato de França a uma nomeação para o Óscar de melhor filme estrangeiro
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